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Arquivo da Categoria Bate-papo

terça-feira, 19 de julho de 2011 Bate-papo | 06:43

Fotografia de moda

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Na aula de ontem à tarde, em nossa turma de Comunicação de Moda na Nuova Accademia di Belle Arti Milano, a Naba, tivemos um bate-papo com uma fotógrafa de moda. A americana Jessica Pepper-Peterson se mudou para a Itália há seis anos. Começou como assistente de um fotógrafo, Marco Glaviano, com quem esteve por dois anos. Trabalhou também em estúdio, por outros dois, e, assim, foi conhecendo pessoas. Nesse meio tempo, fez fotos por conta própria para montar o portifólio, com a ajuda desses contatos: pegava roupas emprestadas e uma modelo e ia a uma praia fotografar, por exemplo. Algumas dessas produções independentes ela mandou para revistas e foram publicadas.

Depois disso, Jessica decidiu montar uma agência em Milão. Ela acredita que agora é a hora para todos, pois as verbas das empresas estão diminuindo, o que faz com que as chances aumentem, principalmente no mercado de publicidade. Ela considera muito difícil estar em uma revista, pois há fotógrafos que trabalham por muito tempo nas publicações.

Ao perceber que não havia muitas mulheres que fotografam mulheres, apostou no trabalho com modelos de lingerie ou moda praia, em poses mais delicadas. Antes de uma sessão de fotos ela passa, em média, uma semana pesquisando para buscar inspiração. Com base nessas pesquisas, considera os editoriais de moda americanos mais clean e simples que os italianos, que se arriscam mais, e aprecia os trabalhos de Tim Walker, que têm um quê de fantasia, e de Vincent Peters, que têm pegada cinematográfica.

Em suas fotos, Jessica tenta não usar muito Photoshop, pois prefere resultado mais natural. Mas se a pele da modelo estiver ruim, houver algo no fundo atrapalhando a foto ou a modelo precisar de um retoque, ela usa a ferramenta. “Há muitos fotógrafos que não entendem de luz hoje e não se preocupam muito com isso, porque é fácil mudá-la no Photoshop.”

Para mais informações sobre os cursos da Naba e da Domus Academy, em Milão, entre em contato com a consultora educacional Paola Croso, representante das instituições no Brasil, pelo e-mail paola@studentsonline.com.br.

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segunda-feira, 18 de julho de 2011 Bate-papo | 05:34

Pelas ruas de Vicenza

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No final de semana, fui à região do Vêneto, no Norte da Itália, e me deparei com duas coisas interessantes na cidade de Vicenza. Em uma das ruas calmas da cidade, uma modelo, um fotógrafo e uma stylist estavam fazendo uma sessão de fotos de  moda. Reparem nas peças colocadas na calçada do outro lado da rua!

Sessão de fotos de moda, em Vicenza

Na praça principal da cidade, a Piazza dei Signori, conheci uma loja de tecidos de alta costura que é um sonho, a Mampreso. Há exemplares de grifes como Kenzo, Giorgio Armani, Valentino e Cavalli. A loja estava em promoção e a maioria dos tecidos custava, em média, 150 euros.

Tecidos na vitrine da Mampreso

Andressa Zanandrea, de Milão

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sexta-feira, 15 de julho de 2011 Bate-papo, Dicas, Notícias | 07:44

A evolução das revistas de moda

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Depois de, nos últimos dois dias, escolher itens que compraríamos entre as vitrines de Milão, discutir sobre blogs, visitar lojas para ver como apresentam seus produtos e assistir ao documentário “The September Issue”, hoje recebemos a redatora-chefe assistente da “L’Uomo Vogue”, Laura Lazzaroni, na nossa turma de Comunicação de Moda na Nuova Accademia di Belle Arti Milano, a Naba. O encontro teve como tema “A ‘L’Uomo Vogue’ e a evolução das revistas de moda”.

Lançada em 1968, a “L’Uomo Vogue” é a única “Vogue” masculina mensal. Em seu trabalho na publicação, Laura, que está lá há  três anos (ela morou em Nova York e, no começo da carreira, 12 anos atrás, escrevia sobre ciência!), confere todas as páginas e acompanha as duas provas de cores, antes de a revista ir para a gráfica.

Desde 2006, a diretora é Franca Sozzani, à frente da “Vogue” Itália desde 1988. Em vez de modelos, a revista usa pessoas reais, com estilo singular, como Al Gore e Nelson Mandela. Franca já fez capas controversas também na “Vogue”, como as sobre cirurgia plástica, modelos negros e plus size.

A “L’Uomo Vogue” faz edições temáticas: Arte (Bienal de Veneza) e Cinema (Festival de Veneza e Oscar – há capas diferentes com cada um dos indicados a melhor ator), por exemplo. A ideia é ser uma revista de moda, mas culturalmente relevante.  Para Laura, as revistas interessantes são as capazes de misturar esses elementos, como também são a “Style” e a “Monocle”.

Laura acredita que as publicações impressas não vão acabar, principalmente as especializadas, mas elas precisam evoluir para sobreviver. A “L’Uomo Vogue” sempre teve no conteúdo sua maior força, mas precisou se modernizar: há dois anos o layout mudou para se aproximar dos da internet e o site da revista foi lançado. O design hoje é mais fragmentado e dinâmico, com flashes de informação que podem ser captados ao passar os olhos. Há referências à web, em geral ao site da revista. Nos sites da “Vogue”, há conteúdos das publicações e outros produzidos para a internet. Na TV online, há cenas de bastidores, coberturas de eventos e entrevistas.

Por isso, as vendas em bancas aumentaram. Há mais contato com os leitores e mais acesso, com feedback imediato, interação e troca de ideias. A revista convida blogueiros para ser jornalistas por um dia, promove concursos de fotografia, castings de modelos e eventos.

Para uma publicação ser relevante, na opinião de Laura, ela deve ser exclusiva, internacional, de alto padrão, culturalmente relevante, capaz de mudar hábitos e chamar a atenção. É preciso ser original e interativa. A revista de moda do futuro não pode ser apenas impressa: ela deve ter um diálogo com o online, um mix de conteúdos originais republicados, menos textos e mais imagens impactantes. O próximo passo da “L’Uomo Vogue” rumo ao futuro é lançar um aplicativo para iPad.

Quem precisar de informações sobre os cursos da Naba e da Domus Academy, em Milão, pode falar com a consultora educacional Paola Croso, representante das instituições no Brasil, pelo e-mail paola@studentsonline.com.br.

Andressa Zanandrea, de Milão

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terça-feira, 12 de julho de 2011 Bate-papo, Dicas, Notícias | 17:50

Cursos de verão em Milão

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Sala de aula na Nuova Accademia di Belle Arti Milano (Naba)

Para quem tem férias escolares em julho, ou tem a oportunidade de escolher este mês para ficar ausente do trabalho,uma boa dica é se aventurar nos cursos de verão oferecidos por instituições italianas em Milão, a capital mundial da moda. Me planejei desde o final do ano passado e hoje comecei um curso de Comunicação de Moda na Nuova Accademia di Belle Arti Milano, a Naba. O curso tem duração de duas semanas e pode ser combinado com até outros dois com a mesma duração, num total de quatro ou seis semanas. Há opções como Styling e Design de Moda.

Na minha sala há 21 alunos inscritos, com idades a partir dos 17 anos e diferentes formações e campos de atuação. Há pessoas de lugares, como Hong Kong, Síria, Equador, República Dominicana, Turquia e Estados Unidos, e o professor, Damon Pittman, é norte-americano. As aulas são em inglês e vão das 10h às 17h.

Neste primeiro dia, além de conhecermos a escola, o professor e os colegas, também discutimos os dois termos que compõem o nome do curso: comunicação e moda. A troca de ideias e experiências promete!

Quem precisar de informações sobre os cursos da Naba e da Domus Academy, em Milão, pode falar com a consultora educacional Paola Croso, representante das instituições no Brasil, pelo e-mail paola@studentsonline.com.br.

Vou contar, aqui no blog do iG Moda, algumas coisas desses meus dias aqui em Milão. Arrivederci!

Andressa Zanandrea, de Milão

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quarta-feira, 14 de julho de 2010 Bate-papo, Dicas, História da Moda | 08:42

Zoot Suit e a origem do boyfriend blazer

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Para quem pensa que o boyfriend blazer (aquele maxi paletó super tendência na temporada de inverno 2010), vale contar que ele não tem exatamente como origem o armário dos namorados e maridos (como seu próprio nome sugere).

No final da década de 1930, início dos anos 1940, jovens negros e hispano-americanos do Harlem, nos Estados Unidos, não sentiam que a Segunda Guerra Mundial dizia lá muito respeito à realidade em que eles viviam e, nessa época, acabou surgindo um estilo bem pouco patriótico – já que usava grande quantidade de tecido (bem contra as regras de racionamento impostas pela Alemanha nazista aos Estados Unidos e à Europa – : os zoot suits, ou melhor,  jaquetas que iam até os joelhos, com ombros eram enormes e calças super largas com pregas e  cintura ia quase no peito.

O estilo era considerado tão ofensivo que, constantemente, os zoot-suiters (como eram conhecidos os moços que se aventuravam a usar tal look) eram espancados por policiais, que os consideravam cidadãos fora da lei com seus ternos subversivos. (!!!).

Olha só, o “boyfriend blazer” em 1940 e Miranda Kerr, atual angel da Victoria´s Secret na mesma tendência em 2010…

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terça-feira, 13 de julho de 2010 Bate-papo, Dicas, História da Moda | 08:45

Dicas de como fazer boas compras em brechós

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O hábito de vestir roupas de brechó (de segunda mão) começou com os estudantes franceses dos anos 1960, que tentavam compensar a falta de dinheiro com criatividade. Quando a Prada reprisou sucessos do passado em suas coleções de roupas e acessórios, a partir de 1996, o “estilo brechó“chegou ao auge. Comprar em lojas de roupas usadas pode ser bem vantajoso por conta do preço (bem menos $$$), porém, é preciso estar super atento para não ficar com look fantasia e nem abarrotar o armário com peças que jamais serão usadas! =)

ilustração Jana Magalhães

Por isso, aqui vão algumas dicas rápidas para quem pretende se aventurar no mundo vintage:

– Para fazer compras em brechós é necessário tempo. Diferente do shopping (que tem a vitrine toda preparadinha para captar nossa atenção e tem vendedoras prontinhas para criar looks), em uma loja de segunda mão tem que ter paciência para encontrar aqueles “achados”.

– Mesmo em brechós, vale a pena procurar qualidade. Alguns defeitos e desgastes podem ser ignorados, afinal, é necessário lembrar que aquelas peças já foram usadas…

– Prove tudo. Não confie no tamanho descrito na peça. As medidas e os tamanhos mudam conforme as décadas.

– Peças que precisam de consertos ou reformas são arriscadas. Além de resultado mini questionável, podem custar bem mais que o preço da peça.

– É bom verificar os acabamentos, especialmente as bainhas. Se estão gastas, vai ser impossível aumentar o comprimento.

– Fique de olho nos forros e as cavas internas. Não leve nada com manchas!

– Botões e aviamentos originais também são importantes. Adaptar a peça com botões modernos pode mudar totalmente a cara da roupa.

– Aproveite peças em couro! Bem tratadas, mantém a aparência por muitas décadas.

E boas compras!

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009 Bate-papo, Fashion Rio, Notícias | 17:56

Eloysa Simão fala sobre as expectativas para o Fashion Rio

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Ás vésperas do Fashion Rio, Eloysa Simão, a super poderosa do evento, conversou com o iG Moda.

iG Moda: Qual o segredo para encabeçar um evento de moda grande e fazer com que ele mantenha o sucesso?
Eloysa Simão: O segredo de qualquer evento é manter o foco nos objetivos traçados e trabalhar o seu conteúdo da maneira mais correta possível. Na verdade, todo projeto é um enorme exercício de adequação entre o ideal e o possível. E a satisfação maior é perceber que se chegou muito perto da meta. Não perder a paixão por esse desafio é o grande segredo.

Leia aqui a entrevista completa.

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 Bate-papo, Notícias | 13:33

Entrevista exclusiva com Carla Lamarca

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Nome: Carla Angyalossy Lamarca
Nasceu em: 09.06.1982, em São Paulo (SP)
Estilistas favoritos: Marc Jacobs, Chanel (Karl Lagerfeld), Dior (John Galliano); dos brasileiros Fabia Bercsek, Isabela Capeto..
Lugar preferido para fazer compras em São Paulo: lojinhas e brechós da vila madalena
Filmes: “A Fronteira do Alvorada” e “Volver “
O que anda ouvindo: a sueca Lykke Ly e o último álbum Kings of Leon
Usa internet para… Para tudo, trabalho, pesquisa, atualiza o blog todos os dias, tem MSN, skype…
Não sai de casa sem: celular

Alguém um dia inventou que beleza e inteligência são duas coisas excludentes. Uma grande bobagem! A belíssima Carla Lamarca está aí para comprovar que esses paradigmas são coisas de gente “pré-conceituosas” e desinformadas.

Ela não é mais um rostinho bonito na TV. Ela fala português, inglês, francês, alemão e italiano. Depois de ser VJ na MTV; morou em Paris; trabalhou em uma das maiores gravadoras independente da França ;  foi estudar em Londres; fez pós em Music Business and Management (o nome parece difícil, mas basicamente tem a ver com o mercado e indústria fonográfica);  trabalhou para o Itunes, loja de música virtual da Apple; recebeu a proposta para voltar à televisão brasileira e está há exatos dois meses de volta por aqui.

Agora, Carla resolveu deixar um pouquinho de lado o mundo da música para se decicas mais à moda.  Ela voltou à programação para apresentar o FTV MAG, no novo canal pago Fashion TV. O programa, que aborda os bastidores do mundo fashion, vai ao ar todas às quintas-feiras a partir das 21h30.

Agora, Carla resolveu deixar um pouquinho de lado o mundo da música para se decicas mais à moda.  Ela voltou à programação para apresentar o FTV MAG, no novo canal pago Fashion TV. O programa, que aborda os bastidores do mundo fashion, vai ao ar todas às quintas-feiras a partir das 21h30.

O que fez você tomar a decisão de sair do Brasil e ir para Paris?
Eu queria morar fora há muito tempo, foi sempre um sonho meu e sempre gostei muito da frança. Paris é uma cidade, que culturalmente sempre me interessou. Ggosto de filmes franceses, livros franceses. Enfim a cultura francesa em geral sempre foi uma coisa que me interessou. Por isso até que eu estudava francês. Justamente quis ir para lá ficar fluente no idioma.

Leia entrevista completa no iG Moda

Veja ensaio sexy exclusivo completo de Carla Lamarca para o IG Gente

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